Troca de óleo: como ter serviço diferenciado?

Posto de combustível realizando a troca de óleo

Da mesma forma que o óleo do motor, o óleo lubrificante do câmbio do automóvel tem como seu principal uso, reduzir o atrito e, assim, preservar as peças dos automóveis dos danos causados por conta do tempo de uso. Mas existem umas questões que o dono do carro precisa ficar atento. Alguns carros, sobretudo os modelos atuais, o óleo do câmbio manual não precisa de troca.

Como é a fabricação dos óleos lubrificantes dos carros?

A tecnologia da fabricação dos lubrificantes tem evoluído muito e, atualmente, eles duram por toda vida do automóvel, sem que seja preciso efetuar troca. Portanto, a troca do óleo só seria necessário caso ocorresse algum vazamento ou houvesse algum outro problema. No manual do proprietário do automóvel é possível verificar se o veículo precisará ou não de realizar a substituição do óleo de câmbio ou não. 

Mesmo nos automóveis equipados com Câmbio Automático, muitos fabricantes recomendam a substituição de óleo após o carro rodar 60 mil km ou ter 4 anos de uso.No entanto, o correto é substuitr o óleo com 40 mil km rodados. Analisando o estado do lubrificante a cada 20 mil km, por conta da possibilidade de vazamentos

Quais danos o carro pode sofrer se não realizar a troca de óleo?

Não realizar a troca do óleo mesmo ultrapassando esse limite, pode gerar um grande prejuízo. Pois o desgaste das peças internas podem engrossar o fluído e, ao entupir os filtros internos, impedem a circulação do óleo. E ainda, o veículo pode consumir mais combustível por conta da demora em passar a marcha, o que, por consequência, danifica ainda mais o câmbio. No final, só encarece o reparo. E, após a realizar a troca, o automóvel consegue realizar seus processos sem causar qualquer dano e ainda aumenta a durabilidade das peças. 

Como oferecer um serviço diferenciado de troca de óleo

Oferecer o serviço de troca de óleo, principalmente em conjunto com algum outro serviço, é uma ótima oportunidade de aumentar suas vendas e o ticket médio do seu posto de combustível. Os benefícios vão além, pois seus clientes irão ter uma melhor experiência e serviços mais completos. Essa é uma estratégia que faz com que empresas tenham sucesso e consigam se diferenciar no mercado. Uma empresa que tenha como objetivo crescer, deve sempre priorizar a entrega com excelência ao seu cliente, pois as chances de fidelizá-los são maiores. Além de te indicar para amigos e empresa por conta do atendimento diferenciado e serviço completo. 

Sabendo como se pode usar a troca de óleo como estratégia para aumentar o seu faturamento e ganhar mercado. Vamos te dar umas dicas de como atrair novos clientes de diversas formas com esse serviço. 

Óleo sendo trocado do automóvel
Troca de óleo no automóvel
Troca de óleo no automóvel

Ofereça serviços complemente a troca de óleo

Ter outros serviços que o seu posto de combustível possa oferecer ao cliente junto com a troca de óleo, pode aumentar o seu lucro. Além disso, sempre irá clientes para o seu posto de combustível por conta da troca de óleo, pois dela não tem como fugir. O cliente sabe que não trocá-lo pode gerar danos maiores. No entanto, as pessoas costumam procrastinar a manutenção de outras peças dos seus veículos. Por isso, quando os clientes forem trocar o óleo, você pode oferecer serviços complementares, como: 

Manutenção do radiador

Fundamental para o funcionamento do veículo e muitos clientes não se atentam em sua manutenção. Raramente encontrará radiadores em bom estado nos carros que irá realizar manutenção, pelo contrário, costumam estar com muita sujeira ou com pouca água.  Logo, é uma boa oportunidade oferecer junto com a troca de óleo, a manutenção do radiador. 

Além de ser um serviço que não é complexo e não te toma muito tempo. E você ainda ganha o cliente, já que o carro irá ter um melhor desempenho e o motor esquentará menos. 

Troca do filtro de ar 

Outra peça que é fundamental para que o carro possa ter bom desempenho, apesar de quase sempre não ter manutenção, ao ficar muito sujo, danifica o motor e, por consequência, o carro no geral.

Esse é um serviço barato, logo, dificilmente terá impeditivo dos clientes. Mas, ainda assim, encontrará muitos filtros de ar em péssimo estado. Então, sempre confira o filtro de ar dos automóveis dos seus clientes, ao fazer o serviço de troca de óleo. E se não estiver em bom estado, você pode oferecer a troca do filtro de ar

Revisão na direção hidráulica

A direção hidráulica não é mais um diferencial dos automóveis menos populares. Pelo contrário, será cada vez mais frequente nos carros fabricados atualmente como um padrão. 

E para bom funcionamento da direção hidraúlica é preciso que tenha manutenção com frequência, a cada 50 mil km. E, com certeza, seus clientes precisarão desses serviços, só que ainda não tem consciência disso. 

Seus clientes devem perceber confiança e proatividade

Ter iniciativa sempre é bem visto pelos clientes, obviamente, com bom senso e sem exageros. Se você oferece muitas melhorias de uma vez, o cliente pode pensar que você só está fazendo isso para lucrar. Sinceridade e transparência com o cliente é preciso, então, diga quais os serviços o carro dele necessita de fato. Para que assim, possa conquistar a confiança dele.

Alguns outros serviços também são bastante esquecidos pelos donos dos automóveis e que sempre tem que ter manutenção , como:

  •  Os parafusos da suspensão podem estar frouxos e é preciso apertá-los;
  • Esticar a correia;
  • Realizar limpeza ou trocar a mangueira;
  • Verificar se os pneus estão calibrados;
  • Olhar o reservatório do fluido hidráulico e ver se é preciso completá-lo;
  • Alinhar as rodas.

Por isso, visando atender a crescente demanda e facilitando o acesso a máquina de trocar o óleo dos automóveis, recentemente o Seu Posto adquiriu as máquinas para revenda, com entrega em todo o Brasil. Assim, você pode investir o seu tempo em criar estratégias para se diferenciar e sair a frente da concorrência.  

Análise e teste de qualidade: como deve ser?

Posto de gasolina que faz a análise e teste de qualidade de combustível

Conforme a Resolução ANP N. 9, de 7 de março de 2007, é imprescindível que tanto o distribuidor quanto o revendedor façam análise e teste de qualidade, pois é obrigatório o controle dos combustíveis. A cada dia, mais casos de combustíveis adulterados são noticiados nos jornais, podendo não só prejudicar os donos, mas, também, os seus veículos. Mesmo com a fiscalização sendo cada vez mais presente e com punições mais severas, os casos de combustíveis adulterados ainda é grande preocupação para revendedores e consumidores.  Por isso a necessidade de análise e teste de qualidade.

É obrigatório que o posto faça análise e controle de combustível?

Todo cuidado é necessário, e a análise e teste de qualidade começa assim que se recebe o combustível da distribuidora. Por conta disso, o posto de combustível que irá revender o produto precisa seguir uma série de normas, que está contida na resolução que citamos acima. A obrigatoriedade se encontra em recolher uma amostra do combustível para fazer a análise e teste dos combustíveis, no entanto, não é obrigatório realizar o teste. Logo, tem que fazer a análise e teste de qualidade, assim que recebe o produto.

Apesar do posto de combustível poder optar em não fazer a análise e teste de qualidade. Isso deve ser reportado no Registro de Análise de Qualidade, sendo preenchido com todas as informações dada pelo distribuidor. Portanto, o revendedor passa a ter a responsabilidade pela informação, qualidade dos combustíveis e a veracidade da análise e teste de qualidade. De qualquer forma, o ideal é realizar a análise e teste de qualidade, suas não realização pode ocasionar danos ao revendedor.

O que é preciso do posto se certificar com relação ao combustível?

De acordo com a mesma regra, Resolução N. 9 da ANP, o revendedor tem algumas obrigações com relação aos procedimentos padrões ao fazer a análise e teste de qualidade dos combustíveis. São os seguintes:

  1. Verificar todas as informações da nota fiscal, como razão social, a quantidade do produto, se consta todos os impostos e o seu preço.
  2. Comparar se o lacre que está no Carro Tanque (CT) é o mesmo que está na nota fiscal
  3. Retirar o lacre da parte superior da tampa do Carro Tanque para ver se o combustível está na seta, atente-se sempre ao aspecto do combustível.
  4. A válvula de fundo, drene ao menos 20 litros de combustível até que a descarga esteja limpa. Retire uma amostra para fazer o teste e o controle. Esse procedimento precisa ser repetido em todos os outros compartimentos que serão descarregados. 

Após esses processos, é necessário que um responsável capacitado receba o combustível no posto e que tenha o compromisso de realizar a análise e teste de qualidade dos combustíveis. Contudo, é muito importante ter conhecimento de todas as exigências básicas necessárias para realizar o análise e teste de qualidade dos combustíveis, como os citadas abaixo: 

Gasolina:

  • Aspecto e cor: limpo, sem impurezas, já a cor pode sofrer variação, ser tanto incolor quanto amarelada.
  • Massa específica, a temperatura da amostra ou a massa precisam medir 20 graus.
  • Teor de álcool precisa ser de 25%

Etanol 

  • Aspecto e cor: limpa, sem impurezas e ser incolor
  • Massa específica e temperatura na amostra deve medir 20 graus (de 0,8050 a 0,8110 g/ml).
  • Teor de álcool: 2,6 INPM para o mínimo e 94,7º INPM para o máximo.

Óleo diesel 

  • Aspecto e cor: límpido, sem impurezas, sua coloração pode variar: vermelha para o tipo B S-1800, usado no interior, e de incolor a amarelada para o tipo B S-50, usado nos centros urbanos.
  • Massa específica e temperatura da amostra medindo 20 graus (de 0,8200g/ml a 0,8800g/ml para o B S 1800 e de 0,8200g/ml a 0,8650g/ml para o B S 50). 

Qual a ferramenta realiza a análise e controle de combustível?

O posto de combustível que for revender o combustível precisa ter um kit com todas as ferramentas necessárias para realizar a análise e teste de qualidade do combustível que irá receber dos distribuidores. Contudo, um cliente, também, pode solicitar a análise e teste de qualidade, também, de um combustível que já está estoque do posto de combustível. Ferramentas necessárias: 

Para a análise e teste de qualidade da gasolina:

  • Termômetro de imersão total, tipo I, certificado pelo INMETRO e conforme a Portaria N. 71 de 29 de abril de 2003, em uma escala de -10ºc a 50ºC, com as subdivisões de 0,2ºC ou 0,5ºC.
  • A ANP não especificou a massa específica para a gasolina, geralmente, a faixa deste produto fica entre 0,7300 e 0,7700. Então, o recomendado é um densímetro de 0,700 a 0,7500 ou de 0,7500 a 0,800. 

Para a análise e teste de qualidade do etanol 

  • Termômetro de imersão total, tipo I, certificado pelo INMETRO e conforme a Portaria N. 003 de 10 de janeiro de 2002 e N. 245 de 17 de outubro de 2000, em uma escala de -10ºc a 50ºC, com as subdivisões de 0,2ºC ou 0,5ºC.
  • Densímetro de vidro para álcool, em uma escala de 0,750 a 0,800 g/ml ou 0,800 a 0,850 g/ml, com menor divisão de 0,0005 g/ml.
  • Proveta de 1000ml de vidro, limpa, seca e graduada. 

Para a análise e teste de qualidade do óleo diesel 

  • Termômetro de imersão total, tipo I, certificada pelo INMETRO e conforme a Portaria N. 71 de 28 de abril de 2003, em uma escala de -10ºc a 50ºC, assim como, subdivisões de 0,2ºC ou 0,5ºC.
  • Densímetro de vidro para derivados de petróleo, com escalas de 0,8000 a 0,8500 g/ml ou 0,850 a 0.900 g/ml com menor divisão de 0,0005 g/ml.
  • Proveta de 1000ml de vidro, limpa, seca e graduada. 

Em caso de combustível reprovado no teste e controle de qualidade, o que fazer? 

Caso seja constatado a adulteração ou má qualidade do combustível, a resolução da ANP assegura o direito do posto de combustível revendedor devolver o produto para o distribuidor, ao não aceitar a mesma nota fiscal ou emitindo uma nota fiscal para devolução, nos casos de devolução parcial dos produtos

Quando acontece esse tipo de situação, o posto revendedor, tem a obrigação de informar o ocorrido ao Centro de Relações com o Consumidor da ANP, em até 24 horas. Embora, o posto revendedor responder e se responsabiliza totalmente se, mesmo com reprovação do controle de qualidade, aceitar o produto. Portanto, o posto de combustível pode ser multado e corre o risco de ser interditado, se for fiscalizado. Além de processos e outras consequências em sua relação com o seu cliente final. 

Em alguns estados, como São Paulo, estão estudando cassar o alvará de funcionamento dos postos de combustíveis que não estejam seguindo as exigências das resoluções em suas revendas. Então, para não ter maiores danos e por uma questão ética, deve-se fazer todos as análise e teste de qualidade dos combustíveis. 

Arla 32: Entenda a sua importância e obrigatoriedade

Reservatório do Arla 32 jaquetado

O Arla 32 foi uma das alternativas encontradas e mais utilizada para diminuir a emissão de poluentes no ar por meio de combustíveis. Muito utilizado no Brasil, o transporte de cargas em rodovias e, assim como, qualquer meio de transporte, possui pontos positivos e negativos. No caso das desvantagens, a poluição ao ar é um dos prejuízos causados pelo uso de combustíveis fósseis como o diesel. Por conta disso, organizações privadas e públicas tem buscado alternativas ou forma de amenizar esse impacto no meio ambiente. Então, vamos falar sobre suas vantagens e qual a sua funcionalidade. E como diminui a quantidade de poluentes que o caminhão emite, por qual motivo se tornou obrigatório no país e como é sua utilização.

O Arla 32 como é chamado, é um agente redutor essencial, que possui a capacidade de reduzir os emissores de poluentes no ar ao transformá-los de tóxicos óxidos de nitrogênio em materiais que não geram tantos danos, como nitrogênio e água. Aliás, Arla é uma abreviação de Agente Redutor Liquido Automotivo. E o número 32 é utilizado por sua substância ser composta de alta concentração de ureia com água desmineralizada no tanque. A cada 100ml de água há 32,5ml de ureia (32,5%). Logo, a ureia é o fator principal para a reação química em que os óxidos de nitrogênio são transformados em água e nitrogênio somente. Essa reação evita em até 98% das emissões de óxido de nitrogênio no ar. Portanto, é excelente, visto que, o poluente faz muito mal a saúde e pode causar inúmeras doenças respiratórias. 

Qual a forma correta de utilizar a Arla 32? Fica junto ao combustível?

A Arla 32 não pode ser utilizada junto com o combustível e, por isso, tem um tanque próprio. Nos caminhões, o tanque do Arla 32 fica ao lado do tanque do óleo diesel. No entanto, possuem uma identificação, sua tampa é azul em todos os veículos P7/ Euro V.

Pode pôr somente água no tanque do Arla 32?

Não, pois a ureia é a peça chave para que o óxido de nitrogênio seja quebrado e não emita poluentes no ar. E isso só pode ser feito mediante a um processo de duas fases. Em que na primeira fase, a ureia em contato direto com a água, é transformada em amônia através do processo de hidrólise. Na segunda fase, a amônia (NH3) se transforma em nitrogênio puro (N2) com água (H2O) devido sua reação com o óxido de nitrogênio (NOx). Assim, a reação que a Arla 32 causa, evita que os combustíveis emita óxido de nitrogênio ao ar. 

Reservatório do Arla 32 normal
Reservatório do Arla 32 normal

Sendo a Arla 32 um composto de uréia, é possível substituir por água e uréia?

Não, pois a ureia que é utilizada na Arla 32 é específica, ureia técnica, que possui alto nível de pureza, sendo esse o fator que a faz ter a reação química que transforma o óxido de nitrogênio em nitrogênio puro com água.  A ureia comercializada no Brasil não tem os mesmos elementos que a Arla 32, e a utilização de água normal, como a que recebemos em nossa casa, pode danificar o tanque. Inclusive, podendo causar a perda total de sua finalidade e aumentando bastante as emissões de NOx.

O quanto rende a Arla 32? Qual o seu valor e onde é vendido?

Geralmente, o agente rende em 5% no caminhão. Ou seja, isso quer dizer que em cada 20 litros de diesel, 1 litro do Arla 32 é consumido pelo veículo. Na maior parte dos modelos de veículos é necessário que o tanque da Arla 32 seja totalmente abastecido uma vez a cada três ou quatro abastecimento de tanques. Um galão possui 20 litros da composição e custa em torno de R$80. Costuma ser vendido em postos de combustíveis, distribuidoras ou mesmo por sites autorizados.

Logo, levando em conta cada litro de Arla 32, sai por menos de quatro reais. Sendo comprado em granel, porém, o valor sai mais em conta, sendo uma boa alternativa para empresa que tem grande demanda da substância. O produto deve ter o selo do INMETRO e seguir as instruções ISO 2224.

Qual o prazo de validade da Arla 31?

Sua validade costuma ser de um ano, se ficar em temperaturas médias (até 30ºC). Se a temperatura média for mais alta, entre 30ºC e 35ºC, o prazo de validade diminui para seis meses. Deixar o produto exposto à luz solar, principalmente acima de 35ºC, pode causar danos que podem ser irreparáveis, logo, deve ser evitada.

O Arla 32 faz mal a saúde?

Não tem riscos a saúde, pois não é uma substância inflamável ou explosiva. Caso houver contato com a pele ou inalar, o recomendado é só lavar o local com água corrente.

Qual a tecnologia utilizada no Arla 32?

É utilizada a tecnologia SCR, sigla que significa Sistema Redutor Catalítico. O Arla 32 é uma substância muito popular e usada, para amenizar a ação de poluentes, nos veículos que funcionam com óleo diesel – como caminhões, ônibus e veículos off-road -. Todos os veículos que foram produzidos depois de 2012, no Brasil, possui um painel que indica quando é necessário reabastecer o Arla 32. São esses sensores, feito pela tecnologia SCR, que verificam a quantidade de gases que é emitido pelo veículo.

Por que tem obrigatoriedade?

Para se adaptar as legislações internacionais ambientais atuais, o Brasil decidiu exigir a obrigatoriedade no uso da tecnologia SCR dos veículos que foram produzidos de 2012 em diante. Essa é uma legislação importante que toda pessoa que trabalha com frota deve estar atenta. E ciente que adulterar ou utilizar de forma inadequada o Arla 32, pode gerar multa de R$500 a R$10 mil reais, dependendo de como ocorreu o fato. Em casos de fraude ao utilizar o sistema SCR, a Cetesb pode gerar multa de R$1 mil a R$1,6 mil. Além de ser uma forma de conscientizar tanto aos produtores quanto aos proprietários de veículos maiores a serem menos poluentes. 

Calibrador de pneus: qual o ideal para posto?

Calibrador de pneus: escolha um que atenda as suas necessidades

Ter um calibrador de pneus bom e moderno é importante para que um posto de combustível preste um bom serviço e fidelize clientes. Pois devido a qualidade do serviço prestado vão querer retornar. Quando for escolher um aparelho para o seu posto, você terá inúmeras opções de calibrador de pneus, tanto manuais (que é coordenado por uma pessoa) quanto digitais (com a opção de calibragem automática, aumentando a segurança do veículo para motorista e passageiro). É fundamental você ter conhecimento de qual é o melhor calibrador para o seu posto e que atenderá às suas necessidades e dos seus clientes. 

Calibrador de pneus é um diferencial para o seu posto de combustível

Se o seu posto de combustível busca entregar aos seus clientes, diferenciação e qualidade ao prestar um serviço. Além de adquirir novos clientes e construir um bom relacionamento para fidelização. Oferecer aos clientes a calibragem dos pneus como conveniência é fundamental, pois já habitual que os postos de combustíveis que investem na satisfação do cliente o tenha.

 Alguns por praticidade e saber o quanto atraem os clientes, colocam o calibrador de pneus ao lado das bombas de combustíveis. Ter um calibrador de pneu que possua precisão, robustez e de fácil utilização, também, contribui para a satisfação do cliente. Logo, é importante os donos dos postos de combustíveis saber qual produto atenderá às necessidades dos seus clientes e os encantará. Para fazer a escolha certa na hora de adquirir um, além de se atentar, também, a manutenção do equipamento e com que periodicidade precisará.

Escolha o calibrador de pneus ideal para o seu posto de combustível

Sabemos que comprar um calibrador de pneus não é algo fácil, pois são diversas questões que devem ser levadas em consideração antes de investir em um. Por isso, vamos te dar umas dicas para te ajudar a comprar o calibrador ideal.   

1. Escolha um equipamento de resistência

Apesar dos variados tipos e modelos de calibradores de pneus existentes no mercados, alguns são em específico  para postos de combustíveis. E que irão ter maior vida útil, além de serem mais resistentes às mudanças do clima, já que de uma certa forma, o posto de combustível fica em lugar aberto. E por ser um produto em que o cliente utiliza sem intermediário na maioria dos casos, pode ser danificado devido mau uso. Logo, uma característica importante é a resistência do calibrador de pneus. Análise se o calibrador de pneus que você escolher possui a resistência que o seu posto de combustível precisa. 

2. Opte por calibradores que seja fácil manusear

Como na maioria dos casos, os clientes que usam os calibradores de pneus e não um colaborador treinado ou que supervisione o seu manuseio. O ideal é que se escolha um aparelho que seja facilmente operado. Pois ao ter dificuldades quando for utilizá-lo, o cliente pode não querer mais calibrar os pneus no seu posto de combustível. E, da mesma forma o inverso, caso veja facilidade e conveniência em utilizar, voltará sempre.

3. Pesquise sobre o fabricante

É fundamental conhecer a história do fabricante e o modo de produção de qualquer produto que formos adquirir. Principalmente em produtos como calibrador de pneus para postos de combustíveis por conta da vida útil que o equipamento precisa ter. 

Muitas empresas e fabricantes pequenos do mercado tem uma tabela de preço baixo. E, por conta da margem, o produto tem baixa qualidade e não possui uma boa assistência técnica. Isso causa não só uma dor de cabeça enorme, além do prejuízo financeiro. Por isso o recomendado é pesquisar antes, entender a produção do equipamento, sua reputação, além de verificar as avaliações dos clientes e como é o seu controle de qualidade. 

Escolher um bom produto te ajudará a não ter que reinvestir em um outro produto em um curto espaço de tempo. E você ainda terá uma boa assistência técnica, que te ajudará quando você precisar. Apesar da gente quase sempre se guiar pelo preço do produto, é sempre bom avaliar o custo benefício na compra de um equipamento como esse que é tão utilizado, demanda manutenção e um investimento alto.

4. Saiba tudo sobre a garantia e assistência técnica antes da compra

Procure saber sobre tudo o que é oferecido pela assistência técnica antes de efetuar a compra, o que está incluso na garantia e por quanto tempo. É importante ter conhecimento de todos os pormenores do que é oferecido pelo, pois não só assegura o conserto ou a manutenção do equipamento. Mas o ajuda a durar muito mais anos. 

5. Siga a utilização recomendada do fabricante

Existem inúmeras formas de aplicação de acordo com cada modelo de calibrador de pneus. No entanto, é essencial seguir as recomendações do fabricante para que o seu posto de combustível use corretamente o equipamento e garantindo maior vida útil a ele. 

Alguns postos de combustíveis escolhem versões que demandam um investimento menor, mas que são produzidos para ficarem em lugares fechados ou serem pouco utilizados. No entanto, a realidade dos postos é bem diferente e o calibrador de pneus acaba durando pouco ou precisando de manutenção sempre. E o posto precisa substituí-lo logo. Então, utilize o equipamento conforme a recomendação do seu fabricante e evite ter prejuízo e dor de cabeça futuramente. Pois o barato pode sair caro. 

Calibrador de pneus PNT4

Um produto que possui o melhor custo benefício da indústria é o calibrador PNT4 digital. Ao mesmo tempo que é produto mais encontra, tem boa qualidade e vida útil, pois possui a mesma tecnologia dos produtos dessa linha (pneutronic). Possui um ano de garantia, é possível fazer a instalação facilmente e possui baixo consumo de energia, luz fria.  Sendo ideal para postos de combustíveis que são lugares abertos, já que o produto é a prova d’água e poeira, inclusive seu teclado é vedado e com tecla dedicada a conversão da unidade de pressão.  Sinaliza o conclusão da calibragem, rápido, preciso e seguro. Com as saídas das mangueiras protegidas (espigões interno), minimizando o risco de dano. Possui certificação ETL (USA), e ainda tem um design diferenciado

Bombona certificada: somos revendedores!

bombona certificada pelo inmetro

Após muito adiamento por conta das inúmeras dificuldades que tanto os fabricantes de bombona quanto os fornecedores alegavam se enquadrar às normas solicitadas para cumprir com as exigências contidas no Artigo 34-A.

No dia 26 de março, foi aprovado um documento pela Portaria do Inmetro 141/2019 em que regulamenta às embalagens reutilizáveis utilizadas para reabastecer combustíveis fora dos tanques dos automóveis, as bombonas. De forma que o órgão através do Regulamento Técnico de Qualidade – RTQ determina quais são as medidas necessárias para estes vasilhames estarem de acordo com as especificações do “Artigo 34-A” da Resolução ANP 41/2013. Legislação, o qual, regulamenta a atividade dos varejistas que revende, em bombona, o combustível no Brasil.  

Como funciona a nova lei para comercialização da bombona

Os fabricantes, fornecedores e revendedores de bombonas tiveram o período de um ano para se adequarem a nova regulamentação. Logo, desde o dia 26 de março deste ano, os galões e contentores começaram a ser fiscalizados pela ANP. Pois só assim, poderão ser transportados fora do tanque de armazenamento dos automóveis. 

Então, a Agência Nacional de Petróleo já está autuando os postos que não estejam seguindo o regulamento da Portaria 141/2019 e não tenham suas bombonas certificadas. Por isso é preciso que os revendedores se atente as bombonas que comercializam. 

Conforme a Resolução 41 da ANP, foi preciso aguardar a divulgação da regulamentação pelo Inmetro, especificando como deve ser a produção desses recipientes para obter a certificação autorizando o transporte de produtos perigosos. Logo, quem não obtiver o selo de conformidade do Inmetro Grafado, em alto relevo nas embalagens, deverá ser autuado. O revendedor será, também, autuado caso abasteça as bombonas de consumidores que não estejam certificado conforme a regulamentação. 

O que acontece em caso de descumprimento da lei?

Caso houver descumprimento da regulamentação as multas variam de R$5.000,00 podendo chegar a R$20.000,00, de acordo da interpretação da Agência em qual grau e ocasião ocorreu a inflação. 

Com a validação do regulamento, alguns revendedores não efetuaram mais o abastecimento de estoque de bombona. Alguns por falta de compreensão de como funciona o regulamento e a comercialização dos produtos regulamentados. Ou mesmo pela dificuldade de encontrar fornecedores com bombonas regulamentadas conforme o inmetro. Para que assim, os postos não corram o perigo de serem multados, sendo necessário ter os vasilhames que atendam às exigências da portaria. 

Mas, afinal, o que mudou de fato?

1. As embalagens dos combustíveis necessitam ser de material rígido, metálicos ou não metálicos, a fabricação dos mesmos devem ser para esse fim, somente, e com certificação.

2. As bombonas não metálicas, só é permitido seu abastecimento até 50 litros, sendo essa a capacidade máxima, e devem possuir alça. É  necessário que os vasilhames estejam de acordo com os regulamentos municipais, estaduais ou federais aplicáveis. Em caso de abastecimento acima desse volume, o recipiente tem que ser metálico. 

3. As bombonas precisam vir com tampa rosqueada ao seu corpo ou outro tipo de tampa em que ao fechar, o recipiente esteja em perfeita vedação, permitindo, assim, sua reutilização.

4. Todos os vasilhames precisam ter o Selo de Identificação da conformidade do inmetro. As bombonas reutilizáveis necessitam apresentar as marcações e identificações obrigatórias descritas abaixo:

Quais informações são necessárias conter na bombona?

  • Símbolo de risco de transporte para inflamáveis e símbolo de manuseio “setas para cima”, os dois conforme a ABNT NBR 7500;
  • Deve estar incluso a palavra “REUTILIZÁVEL”, em alto relevo nas bombonas plásticas e impressa de modo que não seja possível apagar. Já nas embalagens metálicas, a palavra REUTILIZÁVEL estará na face oposta das marcações dos símbolos. 
  • Estar incluso, também, a frase “USO EXCLUSIVO PARA COMBUSTÍVEIS AUTOMOTIVOS”, em alto relevo quando a embalagem for de plástico. E impressa de modo inapagável nos recipientes metálicos, na face oposta às marcações dos símbolos; 
  • Inscrição contendo a seguinte frase “PERIGO PRODUTO CLASSIFICADO COMO PERIGOSO PARA A SAÚDE HUMANA”
  • Nas instruções de uso da bombona, deve conter informações sobre o armazenamento do recipiente vazio e tampado após a sua utilização.
  • Deve indicar o nível máximo de enchimento da embalagem (correspondendo a 95% da capacidade máxima) em relevo. 
  • Nos recipientes plásticos, é preciso que o prazo ou a data de validade tenham o limite máximo de cinco anos sendo contado desde a data de fabricação. E é preciso estar informado na bombona, em relevo, tanto o prazo de validade quanto a data da fabricação no formato: mês/ano. Já nas embalagens metálicas, o prazo de validade é determinado pelo fabricante. O restante segue as mesmas diretrizes, de conter as informações na embalagem com mês/ano. 

Dificuldade de produção das bombonas no mercado

Na época em que iniciou a validação de autuação devido ao cumprimento do prazo de um ano, a Fecombustíveis fez uma apuração junto com alguns fornecedores. Perceberam que não havia tais bombonas certificadas no mercado, nem para compra nem para revenda pelos postos revendedores. Verificaram que os fabricantes não obtinham êxito em homologar a certificação de seus produtos com o Inmetro e, por consequência, não conseguiam colocá-los a venda.  

Por conta disso, a Fecombustíveis chegou a solicitar à ANP a prorrogação do prazo para o início da fiscalização de, no mínimo 180 dias. Já que os postos não tinham conseguido comprar o produto. E, assim, evitando qualquer multa de forma injusta pela ANP ou seus conveniados. 

Bem, mesmo com o passar dos meses, o mercado ainda está com muita dificuldade em conseguir produtos homologados. Nós, do Seu Posto, vem insistentemente tentando obtê-lo. mesmo com todas as dificuldades do mercado e com a pandemia do coronavírus, conseguimos! E para a felicidade dos nossos clientes, somos uns dos primeiros postos revendedores a conseguir a nova bombona certificada para transporte de combustíveis conforme a regulamentação do Inmetro.  

Em nossos fardos que contém 36 embalagens temos opções de embalagens com bico e sem bico. Pois sabemos como o bico pode ajudar o abastecimento, evitando derramamento. E o melhor, vendemos para todo o Brasil e em São Paulo capital, imaginem? O frete é por nossa conta!

nova-bombona-certificada
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