Troca de óleo: como ter serviço diferenciado?

Posto de combustível realizando a troca de óleo

Da mesma forma que o óleo do motor, o óleo lubrificante do câmbio do automóvel tem como seu principal uso, reduzir o atrito e, assim, preservar as peças dos automóveis dos danos causados por conta do tempo de uso. Mas existem umas questões que o dono do carro precisa ficar atento. Alguns carros, sobretudo os modelos atuais, o óleo do câmbio manual não precisa de troca.

Como é a fabricação dos óleos lubrificantes dos carros?

A tecnologia da fabricação dos lubrificantes tem evoluído muito e, atualmente, eles duram por toda vida do automóvel, sem que seja preciso efetuar troca. Portanto, a troca do óleo só seria necessário caso ocorresse algum vazamento ou houvesse algum outro problema. No manual do proprietário do automóvel é possível verificar se o veículo precisará ou não de realizar a substituição do óleo de câmbio ou não. 

Mesmo nos automóveis equipados com Câmbio Automático, muitos fabricantes recomendam a substituição de óleo após o carro rodar 60 mil km ou ter 4 anos de uso.No entanto, o correto é substuitr o óleo com 40 mil km rodados. Analisando o estado do lubrificante a cada 20 mil km, por conta da possibilidade de vazamentos

Quais danos o carro pode sofrer se não realizar a troca de óleo?

Não realizar a troca do óleo mesmo ultrapassando esse limite, pode gerar um grande prejuízo. Pois o desgaste das peças internas podem engrossar o fluído e, ao entupir os filtros internos, impedem a circulação do óleo. E ainda, o veículo pode consumir mais combustível por conta da demora em passar a marcha, o que, por consequência, danifica ainda mais o câmbio. No final, só encarece o reparo. E, após a realizar a troca, o automóvel consegue realizar seus processos sem causar qualquer dano e ainda aumenta a durabilidade das peças. 

Como oferecer um serviço diferenciado de troca de óleo

Oferecer o serviço de troca de óleo, principalmente em conjunto com algum outro serviço, é uma ótima oportunidade de aumentar suas vendas e o ticket médio do seu posto de combustível. Os benefícios vão além, pois seus clientes irão ter uma melhor experiência e serviços mais completos. Essa é uma estratégia que faz com que empresas tenham sucesso e consigam se diferenciar no mercado. Uma empresa que tenha como objetivo crescer, deve sempre priorizar a entrega com excelência ao seu cliente, pois as chances de fidelizá-los são maiores. Além de te indicar para amigos e empresa por conta do atendimento diferenciado e serviço completo. 

Sabendo como se pode usar a troca de óleo como estratégia para aumentar o seu faturamento e ganhar mercado. Vamos te dar umas dicas de como atrair novos clientes de diversas formas com esse serviço. 

Óleo sendo trocado do automóvel
Troca de óleo no automóvel
Troca de óleo no automóvel

Ofereça serviços complemente a troca de óleo

Ter outros serviços que o seu posto de combustível possa oferecer ao cliente junto com a troca de óleo, pode aumentar o seu lucro. Além disso, sempre irá clientes para o seu posto de combustível por conta da troca de óleo, pois dela não tem como fugir. O cliente sabe que não trocá-lo pode gerar danos maiores. No entanto, as pessoas costumam procrastinar a manutenção de outras peças dos seus veículos. Por isso, quando os clientes forem trocar o óleo, você pode oferecer serviços complementares, como: 

Manutenção do radiador

Fundamental para o funcionamento do veículo e muitos clientes não se atentam em sua manutenção. Raramente encontrará radiadores em bom estado nos carros que irá realizar manutenção, pelo contrário, costumam estar com muita sujeira ou com pouca água.  Logo, é uma boa oportunidade oferecer junto com a troca de óleo, a manutenção do radiador. 

Além de ser um serviço que não é complexo e não te toma muito tempo. E você ainda ganha o cliente, já que o carro irá ter um melhor desempenho e o motor esquentará menos. 

Troca do filtro de ar 

Outra peça que é fundamental para que o carro possa ter bom desempenho, apesar de quase sempre não ter manutenção, ao ficar muito sujo, danifica o motor e, por consequência, o carro no geral.

Esse é um serviço barato, logo, dificilmente terá impeditivo dos clientes. Mas, ainda assim, encontrará muitos filtros de ar em péssimo estado. Então, sempre confira o filtro de ar dos automóveis dos seus clientes, ao fazer o serviço de troca de óleo. E se não estiver em bom estado, você pode oferecer a troca do filtro de ar

Revisão na direção hidráulica

A direção hidráulica não é mais um diferencial dos automóveis menos populares. Pelo contrário, será cada vez mais frequente nos carros fabricados atualmente como um padrão. 

E para bom funcionamento da direção hidraúlica é preciso que tenha manutenção com frequência, a cada 50 mil km. E, com certeza, seus clientes precisarão desses serviços, só que ainda não tem consciência disso. 

Seus clientes devem perceber confiança e proatividade

Ter iniciativa sempre é bem visto pelos clientes, obviamente, com bom senso e sem exageros. Se você oferece muitas melhorias de uma vez, o cliente pode pensar que você só está fazendo isso para lucrar. Sinceridade e transparência com o cliente é preciso, então, diga quais os serviços o carro dele necessita de fato. Para que assim, possa conquistar a confiança dele.

Alguns outros serviços também são bastante esquecidos pelos donos dos automóveis e que sempre tem que ter manutenção , como:

  •  Os parafusos da suspensão podem estar frouxos e é preciso apertá-los;
  • Esticar a correia;
  • Realizar limpeza ou trocar a mangueira;
  • Verificar se os pneus estão calibrados;
  • Olhar o reservatório do fluido hidráulico e ver se é preciso completá-lo;
  • Alinhar as rodas.

Por isso, visando atender a crescente demanda e facilitando o acesso a máquina de trocar o óleo dos automóveis, recentemente o Seu Posto adquiriu as máquinas para revenda, com entrega em todo o Brasil. Assim, você pode investir o seu tempo em criar estratégias para se diferenciar e sair a frente da concorrência.  

Arla 32: Entenda a sua importância e obrigatoriedade

Reservatório do Arla 32 jaquetado

O Arla 32 foi uma das alternativas encontradas e mais utilizada para diminuir a emissão de poluentes no ar por meio de combustíveis. Muito utilizado no Brasil, o transporte de cargas em rodovias e, assim como, qualquer meio de transporte, possui pontos positivos e negativos. No caso das desvantagens, a poluição ao ar é um dos prejuízos causados pelo uso de combustíveis fósseis como o diesel. Por conta disso, organizações privadas e públicas tem buscado alternativas ou forma de amenizar esse impacto no meio ambiente. Então, vamos falar sobre suas vantagens e qual a sua funcionalidade. E como diminui a quantidade de poluentes que o caminhão emite, por qual motivo se tornou obrigatório no país e como é sua utilização.

O Arla 32 como é chamado, é um agente redutor essencial, que possui a capacidade de reduzir os emissores de poluentes no ar ao transformá-los de tóxicos óxidos de nitrogênio em materiais que não geram tantos danos, como nitrogênio e água. Aliás, Arla é uma abreviação de Agente Redutor Liquido Automotivo. E o número 32 é utilizado por sua substância ser composta de alta concentração de ureia com água desmineralizada no tanque. A cada 100ml de água há 32,5ml de ureia (32,5%). Logo, a ureia é o fator principal para a reação química em que os óxidos de nitrogênio são transformados em água e nitrogênio somente. Essa reação evita em até 98% das emissões de óxido de nitrogênio no ar. Portanto, é excelente, visto que, o poluente faz muito mal a saúde e pode causar inúmeras doenças respiratórias. 

Qual a forma correta de utilizar a Arla 32? Fica junto ao combustível?

A Arla 32 não pode ser utilizada junto com o combustível e, por isso, tem um tanque próprio. Nos caminhões, o tanque do Arla 32 fica ao lado do tanque do óleo diesel. No entanto, possuem uma identificação, sua tampa é azul em todos os veículos P7/ Euro V.

Pode pôr somente água no tanque do Arla 32?

Não, pois a ureia é a peça chave para que o óxido de nitrogênio seja quebrado e não emita poluentes no ar. E isso só pode ser feito mediante a um processo de duas fases. Em que na primeira fase, a ureia em contato direto com a água, é transformada em amônia através do processo de hidrólise. Na segunda fase, a amônia (NH3) se transforma em nitrogênio puro (N2) com água (H2O) devido sua reação com o óxido de nitrogênio (NOx). Assim, a reação que a Arla 32 causa, evita que os combustíveis emita óxido de nitrogênio ao ar. 

Reservatório do Arla 32 normal
Reservatório do Arla 32 normal

Sendo a Arla 32 um composto de uréia, é possível substituir por água e uréia?

Não, pois a ureia que é utilizada na Arla 32 é específica, ureia técnica, que possui alto nível de pureza, sendo esse o fator que a faz ter a reação química que transforma o óxido de nitrogênio em nitrogênio puro com água.  A ureia comercializada no Brasil não tem os mesmos elementos que a Arla 32, e a utilização de água normal, como a que recebemos em nossa casa, pode danificar o tanque. Inclusive, podendo causar a perda total de sua finalidade e aumentando bastante as emissões de NOx.

O quanto rende a Arla 32? Qual o seu valor e onde é vendido?

Geralmente, o agente rende em 5% no caminhão. Ou seja, isso quer dizer que em cada 20 litros de diesel, 1 litro do Arla 32 é consumido pelo veículo. Na maior parte dos modelos de veículos é necessário que o tanque da Arla 32 seja totalmente abastecido uma vez a cada três ou quatro abastecimento de tanques. Um galão possui 20 litros da composição e custa em torno de R$80. Costuma ser vendido em postos de combustíveis, distribuidoras ou mesmo por sites autorizados.

Logo, levando em conta cada litro de Arla 32, sai por menos de quatro reais. Sendo comprado em granel, porém, o valor sai mais em conta, sendo uma boa alternativa para empresa que tem grande demanda da substância. O produto deve ter o selo do INMETRO e seguir as instruções ISO 2224.

Qual o prazo de validade da Arla 31?

Sua validade costuma ser de um ano, se ficar em temperaturas médias (até 30ºC). Se a temperatura média for mais alta, entre 30ºC e 35ºC, o prazo de validade diminui para seis meses. Deixar o produto exposto à luz solar, principalmente acima de 35ºC, pode causar danos que podem ser irreparáveis, logo, deve ser evitada.

O Arla 32 faz mal a saúde?

Não tem riscos a saúde, pois não é uma substância inflamável ou explosiva. Caso houver contato com a pele ou inalar, o recomendado é só lavar o local com água corrente.

Qual a tecnologia utilizada no Arla 32?

É utilizada a tecnologia SCR, sigla que significa Sistema Redutor Catalítico. O Arla 32 é uma substância muito popular e usada, para amenizar a ação de poluentes, nos veículos que funcionam com óleo diesel – como caminhões, ônibus e veículos off-road -. Todos os veículos que foram produzidos depois de 2012, no Brasil, possui um painel que indica quando é necessário reabastecer o Arla 32. São esses sensores, feito pela tecnologia SCR, que verificam a quantidade de gases que é emitido pelo veículo.

Por que tem obrigatoriedade?

Para se adaptar as legislações internacionais ambientais atuais, o Brasil decidiu exigir a obrigatoriedade no uso da tecnologia SCR dos veículos que foram produzidos de 2012 em diante. Essa é uma legislação importante que toda pessoa que trabalha com frota deve estar atenta. E ciente que adulterar ou utilizar de forma inadequada o Arla 32, pode gerar multa de R$500 a R$10 mil reais, dependendo de como ocorreu o fato. Em casos de fraude ao utilizar o sistema SCR, a Cetesb pode gerar multa de R$1 mil a R$1,6 mil. Além de ser uma forma de conscientizar tanto aos produtores quanto aos proprietários de veículos maiores a serem menos poluentes. 

Bombona certificada: somos revendedores!

bombona certificada pelo inmetro

Após muito adiamento por conta das inúmeras dificuldades que tanto os fabricantes de bombona quanto os fornecedores alegavam se enquadrar às normas solicitadas para cumprir com as exigências contidas no Artigo 34-A.

No dia 26 de março, foi aprovado um documento pela Portaria do Inmetro 141/2019 em que regulamenta às embalagens reutilizáveis utilizadas para reabastecer combustíveis fora dos tanques dos automóveis, as bombonas. De forma que o órgão através do Regulamento Técnico de Qualidade – RTQ determina quais são as medidas necessárias para estes vasilhames estarem de acordo com as especificações do “Artigo 34-A” da Resolução ANP 41/2013. Legislação, o qual, regulamenta a atividade dos varejistas que revende, em bombona, o combustível no Brasil.  

Como funciona a nova lei para comercialização da bombona

Os fabricantes, fornecedores e revendedores de bombonas tiveram o período de um ano para se adequarem a nova regulamentação. Logo, desde o dia 26 de março deste ano, os galões e contentores começaram a ser fiscalizados pela ANP. Pois só assim, poderão ser transportados fora do tanque de armazenamento dos automóveis. 

Então, a Agência Nacional de Petróleo já está autuando os postos que não estejam seguindo o regulamento da Portaria 141/2019 e não tenham suas bombonas certificadas. Por isso é preciso que os revendedores se atente as bombonas que comercializam. 

Conforme a Resolução 41 da ANP, foi preciso aguardar a divulgação da regulamentação pelo Inmetro, especificando como deve ser a produção desses recipientes para obter a certificação autorizando o transporte de produtos perigosos. Logo, quem não obtiver o selo de conformidade do Inmetro Grafado, em alto relevo nas embalagens, deverá ser autuado. O revendedor será, também, autuado caso abasteça as bombonas de consumidores que não estejam certificado conforme a regulamentação. 

O que acontece em caso de descumprimento da lei?

Caso houver descumprimento da regulamentação as multas variam de R$5.000,00 podendo chegar a R$20.000,00, de acordo da interpretação da Agência em qual grau e ocasião ocorreu a inflação. 

Com a validação do regulamento, alguns revendedores não efetuaram mais o abastecimento de estoque de bombona. Alguns por falta de compreensão de como funciona o regulamento e a comercialização dos produtos regulamentados. Ou mesmo pela dificuldade de encontrar fornecedores com bombonas regulamentadas conforme o inmetro. Para que assim, os postos não corram o perigo de serem multados, sendo necessário ter os vasilhames que atendam às exigências da portaria. 

Mas, afinal, o que mudou de fato?

1. As embalagens dos combustíveis necessitam ser de material rígido, metálicos ou não metálicos, a fabricação dos mesmos devem ser para esse fim, somente, e com certificação.

2. As bombonas não metálicas, só é permitido seu abastecimento até 50 litros, sendo essa a capacidade máxima, e devem possuir alça. É  necessário que os vasilhames estejam de acordo com os regulamentos municipais, estaduais ou federais aplicáveis. Em caso de abastecimento acima desse volume, o recipiente tem que ser metálico. 

3. As bombonas precisam vir com tampa rosqueada ao seu corpo ou outro tipo de tampa em que ao fechar, o recipiente esteja em perfeita vedação, permitindo, assim, sua reutilização.

4. Todos os vasilhames precisam ter o Selo de Identificação da conformidade do inmetro. As bombonas reutilizáveis necessitam apresentar as marcações e identificações obrigatórias descritas abaixo:

Quais informações são necessárias conter na bombona?

  • Símbolo de risco de transporte para inflamáveis e símbolo de manuseio “setas para cima”, os dois conforme a ABNT NBR 7500;
  • Deve estar incluso a palavra “REUTILIZÁVEL”, em alto relevo nas bombonas plásticas e impressa de modo que não seja possível apagar. Já nas embalagens metálicas, a palavra REUTILIZÁVEL estará na face oposta das marcações dos símbolos. 
  • Estar incluso, também, a frase “USO EXCLUSIVO PARA COMBUSTÍVEIS AUTOMOTIVOS”, em alto relevo quando a embalagem for de plástico. E impressa de modo inapagável nos recipientes metálicos, na face oposta às marcações dos símbolos; 
  • Inscrição contendo a seguinte frase “PERIGO PRODUTO CLASSIFICADO COMO PERIGOSO PARA A SAÚDE HUMANA”
  • Nas instruções de uso da bombona, deve conter informações sobre o armazenamento do recipiente vazio e tampado após a sua utilização.
  • Deve indicar o nível máximo de enchimento da embalagem (correspondendo a 95% da capacidade máxima) em relevo. 
  • Nos recipientes plásticos, é preciso que o prazo ou a data de validade tenham o limite máximo de cinco anos sendo contado desde a data de fabricação. E é preciso estar informado na bombona, em relevo, tanto o prazo de validade quanto a data da fabricação no formato: mês/ano. Já nas embalagens metálicas, o prazo de validade é determinado pelo fabricante. O restante segue as mesmas diretrizes, de conter as informações na embalagem com mês/ano. 

Dificuldade de produção das bombonas no mercado

Na época em que iniciou a validação de autuação devido ao cumprimento do prazo de um ano, a Fecombustíveis fez uma apuração junto com alguns fornecedores. Perceberam que não havia tais bombonas certificadas no mercado, nem para compra nem para revenda pelos postos revendedores. Verificaram que os fabricantes não obtinham êxito em homologar a certificação de seus produtos com o Inmetro e, por consequência, não conseguiam colocá-los a venda.  

Por conta disso, a Fecombustíveis chegou a solicitar à ANP a prorrogação do prazo para o início da fiscalização de, no mínimo 180 dias. Já que os postos não tinham conseguido comprar o produto. E, assim, evitando qualquer multa de forma injusta pela ANP ou seus conveniados. 

Bem, mesmo com o passar dos meses, o mercado ainda está com muita dificuldade em conseguir produtos homologados. Nós, do Seu Posto, vem insistentemente tentando obtê-lo. mesmo com todas as dificuldades do mercado e com a pandemia do coronavírus, conseguimos! E para a felicidade dos nossos clientes, somos uns dos primeiros postos revendedores a conseguir a nova bombona certificada para transporte de combustíveis conforme a regulamentação do Inmetro.  

Em nossos fardos que contém 36 embalagens temos opções de embalagens com bico e sem bico. Pois sabemos como o bico pode ajudar o abastecimento, evitando derramamento. E o melhor, vendemos para todo o Brasil e em São Paulo capital, imaginem? O frete é por nossa conta!

nova-bombona-certificada
bico

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